Babaji's Kriya Yoga
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Perguntas freqüentes sobre a Kriya Yoga de Babaji

 

Pergunta: Por favor, compare a Kriya Yoga de Babaji com a Kriya Yoga promovida por Paramanhansa Yogananda.

BKY: Yogananda enfrentou uma difícil  tarefa de pioneiro que era introduzir a yoga num ambiente completamente hostil, onde havia uma quantidade enorme de ignorância, ceticismo e até mesmo de medo em relação a Yoga, que era a cultura Cristã fundamentalista. Nos primeiros cinco anos de sua estadia na América, de 1920 a 1925, enquanto ainda residia em Arlington, Massachussetts, ao norte de Cambridge, um dos lugares mais liberais na América, ele tentou ensinar yoga e a espiritualidade indiana da maneira como ele havia aprendido. Apenas uma pequenina quantidade de pessoas respondeu a isso. Ele sentia que sua missão pedia que alcançasse um número muito maior de pessoas no Ocidente, então ele cortou seu cabelo, parou de usar seu robe ocre em público, com exceção de ocasiões especiais, e transformou seu vocabulário e teologia do Hinduísmo para o vocabulário cristão. Ele pediu uma doação de 10.000 dólares a seu maior benfeitor na época, Dr Lewis, para realizar uma turnê por todo o país dando conferências. Durante as muitas encruzilhadas em sua vida é que Yogananda foi, aos poucos, simplificando o ensinamento de Yoga, eliminando as posturas, concentrando-se apenas em duas meditações mais simples, a do som de “Om” e “Hong Sau” e depois, simplificando muito a prática de Kriya Kundalini Pranayama, “Vaa-Shii” se transformou em “Ah- Iiii”, para evitar ofender os cristãos fundamentalistas que poderiam sentir que repetir o nome de Shiva, seria uma blasfêmia. Desta forma, ele podia dar iniciação a mil pessoas de uma vez, em menos de uma hora, em um auditório. Numa segunda iniciação –  dada a um grupo bem menor – era passada uma meditação sobre os mantras dos chakras. Yogananda também promovia os exercícios de energização, que continham contrações estáticas de vários grupos de músculos. Era uma variação única de técnicas muito antigas, mas isto possibilitava que muitos ocidentais conseguissem manter a forma sem fazer hatha yoga. Durante os anos 20 e 30 havia muitas teorias a respeito das diferenças entre as raças, e havia uma ampla crença, que durou até os anos 60, de que os ocidentais não conseguiriam praticar hatha yoga por conta de seus corpos em geral, eram mais baixos e atarracados e inadequados para Hatha Yoga. Os indianos, por outro lado, eram tidos como, na maioria, magros e finos.

A maior contribuição de Yogananda, entretanto, além de ter atraído tantas pessoas para o caminho de yoga, era seus textos metafísicos. Muitos deles foram publicados na forma de livros. As lições do Curso por Correspondência, que são pré-requisitos para receber iniciação na Self, são excertos destas publicações. Elas são fontes maravilhosas de orientação de vida. Ele enfatizava muito o uso das “afirmações” que se assemelham muito com as formas modernas de auto-hipnose e da programação neurolingüística, e que procuram mudar atitudes subconscientes muito enraizadas.

A orientação espiritual pessoal de Yogananda era para a Mãe Divina, mas ele era muito sábio para não enfatizar isso em nossa cultura, onde Deus era apenas “Ele”, então ele colocou como o centro de seu trabalho uma teologia cristã e uma prática devocional. Os cultos que ele organizava se alinhavam com o estilo dos cultos protestantes, com hinos, orações, canções focadas em Jesus, em particular.  Ele nos convidava para obter a Consciência Crística, com interpretações muito boas de citações selecionadas do Novo Testamento, tudo isso para sustentar o casamento com a Cristandade Ocidental e Yoga Oriental. Ele não revelou a pessoa de Babaji, a origem de Kriya Yoga e sua missão até 1946, quando a primeira edição de Autobiografia de um Yogi foi publicada.

Finalmente, Yogananda permaneceu fiel ao modelo ocidental religioso quando passou o comando de sua missão para uma organização, a Self Realization Fellowship, declarando que não haveria mais gurus na linhagem da Self, mas que suas lições do Curso por Correspondência teriam que representar este papel.

A SRF se tornou uma guardiã muito zelosa dos ensinamentos de Yogananda. Difundindo-os através de publicações, as lições do curso por correspondência de três anos, incursões ocasionais até outras cidades mais distantes feitas pelos monges da Self para dar palestras e cerimônias de iniciação. Ela também se tornou uma guardiã muito ciumenta, tendo gasto mais de 10 milhões de dólares em processos legais para tentar destruir sua maior rival a Ananda Church of Self-Realization, quando elas publicaram imagens e textos de Yogananda. Agora a SRF se declara como sendo uma religião, e orienta seus membros a evitarem ler outras tradições espirituais e evitar seguir outros professores ou ensinamentos, eles se prendem tanto aos ensinamentos de Yogananada, que se um estudante faz uma pergunta que não tem referência nas lições da Self, ela é dispensada e considerada desimportante.

Todos os nossos leitores podem comparar o acima descrito com o caminho quíntuplo da Kriya Yoga de Babaji com sua ênfase em asanas, kriya kundalini pranayama, muitas dhyanas kriyas, mantras e bhakti yoga. Diferentemente da Self que ensina apenas algumas poucas técnicas de meditação, a Kriya Yoga de Babaji é um sistema completo e elaborado de 144 Kriyas ou técnicas que englobam todas as cinco dimensões da existência humana: física, vital, mental, intelectual e espiritual. E para isto requer anos de treinamento em estágios progressivos.

Ao invés de escolhermos para os praticantes qual forma Divina eles devem venerar, nós os encorajamos para que sigam seus corações. Kriya Yoga de Babaji é o lado prático de todas as religiões do mundo. Não é uma religião, que inclui algum sistema de crença em particular. É uma arte, pois requer prática, habilidade e seus resultados podem ser replicados cientificamente. Não é um sistema de crenças que requer que seus membros evitem outros sistemas. Aconselhamos que os praticantes busquem Deus e auto realização de várias formas.  O próprio Yogananda aprendeu Kriya Yoga através de vários gurus diferentes; e foi inspirado por muitos outros como relata em sua Autobiografia. Como em todas as tradições espirituais indianas, a chama é passada de uma alma para a outra, não através de uma organização. Na Índia, são os textos sagrados e os gurus que asseguram a transmissão das verdades espirituais de uma geração para outra, e historicamente, isto tem sido feito amplamente sem organizações formais. No ocidente, a religião é controlada por instituições, que são organizações que têm colocado seu próprio crescimento e sobrevivência à frente dos de seus membros. As religiões judaicas cristãs são baseadas no medo, e aqueles que as seguem sentem-se mais confortáveis se pertencerem a uma organização ou instituição que irá salvá-los do inferno. Entretanto, mais recentemente, sob a influência da espiritualidade oriental, a adesão a religiões organizadas diminuiu significativamente. Mais e mais pessoas se declaram “espiritualizadas” ao invés de “religiosas”, e procuram inspiração em muitas fontes, sem pertencerem a qualquer organização.

Na Índia, sistemas de crenças são considerados como construções da mente, apenas um ponto de partida numa busca espiritual, e o karma, ou esforço pessoal, é o que determina o destino de alguém, apesar do efeito da Graça ser também considerado. Seria acertado dizer que ninguém jamais conseguiu a auto realização por ter feito parte de uma organização ou acreditado em um sistema religioso ou filosófico. Seria como dizer que um guru indiano contemporâneo tivesse conseguido, simplesmente por que seu pai ou avô conseguiram a auto realização no passado, é como dizer, então, que ele é auto realizado por dinastia.

Livros e textos podem apenas nos levar até a distância dos limites do intelecto. Palavras e livros tendem a nos dividir. É por isso que Kriya Yoga de Babaji coloca ênfase num caminho quíntuplo da prática de sadhana de yogi, todas aquelas práticas que te fazem lembrar-se da Presença, de Auto Realização. É um caminho equilibrado que procura a transformação do indivíduo, não apenas espiritualmente, mas fisicamente, vitalmente, mentalmente e intelectualmente também.

Babaji está no centro de nossa tradição. O Guru tattva, ou o princípio pelo qual a verdade, o amor incondicional e a sabedoria são revelados e se manifestam através dele e da Kriya Yoga que ele desenvolveu como síntese dos ensinamentos esotéricos mais antigos. Babaji é nossa fonte viva e manancial, que através do exemplo e da inspiração nos guia. Ele é o único Guru de nossa tradição. Enquanto que na SRF ele é um dos gurus, há uma pequena menção a ele em sua literatura, ele é considerado uma personalidade histórica, que não está mais no plano físico, remoto, inacessível e não tem mais nada a ver com sua direção.

A SRF é uma igreja cristã. Ela interpreta “Cristo” como sendo um estado de consciência que deve ser alcançado através da prática de Kriya Yoga. É assim que alguém recebe a salvação de acordo com a teologia da Self. Ela conduz cultos religiosos como qualquer igreja cristã e seus ensinamentos são disseminados através de seus ministros. Ela proíbe seus membros de procurar orientação de qualquer outro professor espiritual ou organização.

Os iniciados na Kriya Yoga de Babaji são livres para procurar inspiração em todas as fontes. Não há nenhuma organização para se tornar membro. A relação entre o iniciado e Babaji é inteiramente pessoal. A Kriya Yoga de Babaji é disseminada através de uma rede de iniciados que são voluntários em seus trabalhos. Alguns são treinados como instrutores de Kriya Hatha Yoga e as técnicas básicas de respiração, meditação e filosofia de yoga. Estudantes avançados e qualificados podem ser convidados a se tornar membros de uma pequena ordem laica de professores da Kriya Yoga de Babaji. Depois de cumprirem condições rigorosas, eles são autorizados a dar iniciação para outras pessoas em Kriya Kundalini Pranayama e técnicas de meditação e depois, alguns podem iniciar também em mantras e em todas as 144 kriyas do sistema.

Na Kriya Yoga de Babaji estimulamos as perguntas, não como meio de cultivar a dúvida, mas como uma forma construtiva de convertê-las em degraus para a Auto-Realização. A Kriya Yoga de Babaji é uma tradição viva, oral, que cresce no coração e na experiência de seus praticantes. Não está confinada entre capas de livros, ou da história de seus líderes, ou de paredes de uma instituição.

Kriya Yoga de Babaji é inspirada nos ensinamentos dos 18 Yoga Siddhas de Tamil Nadu, Sul da Índia, ensinamentos tais como os encontrados no Tirumandiram tanto quanto no Sanatana Dharma, a religião eterna da Índia. Os Siddhas, entretanto, enfatizam que Deus não pode ser encontrado em templos, ou em cerimônias muito elaboradas, mas em nossos corações, ao rasgarmos totalmente os véus da ignorância, do desejo e do egoísmo.

 

Pergunta: Porque a SRF nega que Babaji está ainda no plano físico?

BKY: Hoje, a existência e a pessoa de Kriya Babaji tornaram-se obscuras por pronunciamentos solenes, da Self-Realization Fellowship e por outros, de que Babaji não mais existe no plano físico. É como afirmar que “o Japão não existe porque eu nunca o vi”. O próprio Babaji prometeu na “Autobiografia de um Iogue”, que ele permaneceria no plano físico até o final dos tempos, milhares de anos daquele momento em diante. Desde o início dos anos 50, a política da SFR tem sido de tratá-lo como inacessível de todas as maneiras. De fato, ele tornou-se uma nota de rodapé histórica ou, no melhor dos casos, como um santo católico, em vez de um manancial vivo, o guru único da tradição da Kriya Yoga.

 

Pergunta: As técnicas da Kriya Yoga de Babaji são as mesmas ensinadas na SRF?

BKY: Embora haja grande similaridade na técnica do pranayama, há também muitas diferenças.  A Kriya Yoga de Babaji é uma yoga integral que inclui cinco membros de sadhana (ou prática), que levam à transformação em todos os níveis do ser. Kriya Hatha Yoga para o físico, Kriya Kundalini Pranayama para o vital, Kriya Dhyana (meditações) para o mental, Kriya Mantra para o intelectual e Kriya Bhakti (amor e devoção) para a transformação espiritual.

 

Pergunta: De onde vieram estas técnicas?

BKY: Durante um período de seis meses em 1954, em seu ashram perto de Badrinath, nos Himalaias Garwha, Babaji iniciou S.A.A. Ramaiah num completo sistema de 144 kriyas, ou técnicas práticas, envolvendo posturas, respiração, meditação, mantras e técnicas devocionais. Este floresceu como um iogue, e começou uma missão pelo mundo para difundir esse sistema, referido como “Kriya Yoga de Babaji” para milhares de aspirantes. Entre 1970 e 1971, ele iniciou o autor de “Babaji e os 18 Siddhas”, M. Govindan, em todas as 144 Kriyas. Govindan praticou-as intensivamente numa média de oito horas por dia por 18 anos, nos ashrams do Iogue Ramaiah na Índia, nos EUA e Canadá. Em 1983, o Iogue Ramaiah deu a ele rigorosas condições para cumprir para poder começar a iniciar outros. Após cumprir tais condições, o próprio Babaji apareceu a ele em 1988 e direcionou-o para ir e ensinar Sua Kriya Yoga para outros.

Desde 1989, ele iniciou mais de 10.000 indivíduos na Kriya Yoga de Babaji. As técnicas são aprendidas e praticadas sistematicamente, e se executadas regularmente trazem uma transformação gradual integrada do indivíduo, em todos os níveis. Nesse sistema, há três níveis de iniciação. Durante o primeiro nível, aprende-se como se comunicar com Babaji no “Babaji Samyama Kriya”, que envolve um profundo estado de comunhão interna com o Satguru. Babaji revela-se gradualmente a seus devotos e discípulos, capturando seus corações em diversos tipos de relacionamentos de devoção pessoal nas quais ele os guia em seu desenvolvimento. Sua relação com cada um de nós é única e de acordo com nossas necessidades e natureza individuais. Ele é nosso Guru pessoal. Quando nossos corações se expandem, nossa comunhão com Ele culmina com “a visão universal do amor”, na qual testemunha-se Babaji em todas as coisas.

 

Pergunta: O Guru conhecido como Herakhan Baba é o mesmo Babaji Imortal da linhagem de Kriya Yoga?

BKY: Em 1971, um jovem com poderes ocultos foi descoberto em uma caverna perto do vilarejo de Herakhan, por seus habitantes. Conhecido como “Herakhan Baba”, ele ganhou popularidade, sendo descoberto e promovido por Leonard Orr e Sondra Ray, os fundadores do movimento “Renascimento”, como ninguém mais do que Babaji, o Imortal.  As fotografias de Herakhan Baba como um belo jovem e os livros escritos sobre ele por seus devotos criaram este mal entendido.  A despeito da grandeza deste Guru, nunca houve razão para associá-lo com Babaji. Após ser repetidamente pressionado pelos seus novos agentes americanos com a pergunta: “Você não é Babaji? Você deve ser Babaji?”, ele finalmente desistiu de resistir e declarou “Se você diz que eu sou Babaji, eu devo ser Babaji”. Herakhran Baba não ensinou nenhuma forma de Kriya Yoga.  Herakhran Baba criou um ashram com suas próprias regras e morreu em 1983, por envenenamento. Nossa pesquisa revelou posteriormente que ele nasceu de uma serviçal de um senhor civil britânico aposentado, um tal Sr. Wilson. A família do Sr. Wilson ainda vive em Ranikhet nos Himalaias e os moradores locais referem-se a Herakhran Baba como “Wilson Baba”. Ele foi criado desde os cinco anos de idade por um mestre tântrico notório, Naintal Baba, que ensinou a ele como aparecer nos sonhos dos outros e a alcançar muitos poderes tântricos. Este Naintal Baba declarou ser ele mesmo Babaji, o Imortal.

 

Pergunta: Kriya Babaji ainda se mostra às vezes aos seus devotos no plano físico?

BKY: Afortunadamente, Babaji às vezes sai de trás dos véus do anonimato, que ele acredita ser muito útil ao seu trabalho. Babaji apareceu para Swami Satyaswarananda na Montanha de Kumaon nos Himalaias, no início dos anos 70, e deu a ele a incumbência de traduzir e publicar os escritos de Lahiri Mahasaya. Isto ele fez numa série, os “Sânscritos Clássicos”, em sua casa em São Diego, Califórnia. Shibendu Lahiri, um dos bisnetos de Lahiri Mahasaya, também afirma que recebeu a visita de Babaji, em sua casa, no final dos anos 80. É dito que Babaji o abençoou pelos seus esforços de ensinar Kriya Yoga por todo o mundo. Babaji deu seu "darshan" no plano vital para M. Govindan, em outubro de 1999, em duas ocasiões. Isso aconteceu a 30 km ao norte de Badrinath, a uma altitude de aproximadamente 5.000 metros, na nascente do Rio Alakananda. Durante essas visitas, Babaji apareceu como um jovem radiante, com os cabelos cor de cobre, envolto em um “dhoti” branco (túnica) simples com um tecido envolvendo a cintura, e permitiu que Govindan lhe tocasse os pés.

Ele deu a M. Govindan muitos conselhos pessoais e Suas bênçãos para a fundação da “Ordem dos Acharyas (professores) de Kriya Yoga de Babaji”, que o autor fundou em 1990.

 

Pergunta: São objetivos da Kriya Yoga de Babaji obter poderes e alcançar a Imortalidade como Babaji?

BKY: Ninguém pode saber realmente o que é Babaji, ou mesmo conceber a sua grandeza, sem antes compreender a cultura dos Siddhas da qual ele emergiu. Melhor que procurar alguma escapatória em algum paraíso terreno, o Siddhas procuraram render seu ser por inteiro ao Divino, após terem realizado a presença do Divino dentro de si mesmos, e permitir que Ele se manifestasse em todos os níveis. Procuraram uma transformação completa de nossa natureza humana. A aspiração de um Kriya Yoga sadhaka (praticante de Kriya Yoga) deve ser essa transformação de sua natureza humana, em vez de aspirar alcançar siddhis (poderes iogues) ou imortalidade. Esta transformação maior da natureza humana como um todo é o objetivo mais alto da Kriya Yoga de Babaji. O livro "Thirumandiram," do Siddha Thirumoolar, foi escrito entre o segundo e o quarto séculos depois de Cristo, em 3.000 preciosos versos, revela a profundidade das realizações dos Siddhas. Nossa pesquisa revelou que Thirumoolar foi um discípulo-irmão de Boganathar, o guru de Babaji, e de Pantajali, uma das fontes mais conhecidas de Yoga. Uma vez que a maioria da literatura dos Siddhas não foi traduzida de sua língua nativa do Tamil e do Sânscrito, existem poucos bons estudos. Os mais notáveis são os livros “Os poetas dos poderes” (Poets of the Powers) do Dr. Kamil Zvelibil , e “O corpo Alquímico” (The Alchemical Body) do professor David Gordon Branco. Estes dois trabalhos acadêmicos demonstram a extensão considerável das realizações notáveis do Siddhas, e revelam que Babaji não era nenhum extraterrestre. Ele manifesta o que Sri Aurobindo se referiu e desejou para toda a Humanidade: “a transformação supramental” de nossa natureza humana, talvez o próximo passo de nosso processo evolutivo. Portanto, ele não é nosso salvador, e nem fundador de alguma religião. Ele não busca nossa adulação ou mesmo nosso reconhecimento. Como todos os Siddhas, ele se rendeu completamente ao Ser Supremo, a Suprema Abstração, e como um instrumento divino traz para esse mundo escuro a luz clara da consciência, alegria incondicional e paz suprema. Kriya Babaji quer que todos alcancem isso, nosso potencial humano maior.

 

Pergunta: Porque eu devo me iniciar na Kriya Yoga de Babaji?

BKY: Você está procurando felicidade em sua vida? Todos estão procurando felicidade com mais ou menos experiência e sabedoria. Indo de uma experiência para outra, o indivíduo descobre quão ilusória a felicidade pode ser. Considere até mesmo os momentos mais felizes de sua vida.  Porque esta felicidade não durou? O que fez com que a felicidade desaparecesse? Alguma ansiedade, ou um desejo, ou um medo apareceu? Certo? De onde vieram tais preocupações?

De acordo com os Siddhas, quem desenvolve a arte científica da Yoga, tais preocupações emergem da mente subconsciente, onde o resíduo de todas as nossas experiências está armazenado.  Como nuvens cobrindo o sol, tais preocupações bloqueiam nossa bem-aventurança interior. Os Siddhas diagnosticaram nossa condição humana como, “Nós estamos sonhando com os nossos olhos abertos”, pois a maioria das coisas que fazemos, fazemos subconscientemente, como hábitos. Nas profundezas da meditação, os Siddhas perceberam que há um espaço dentro de nós mesmos que é totalmente cheio de satisfação, totalmente repleto de alegria, 24 horas por dia, e independente de todas as circunstâncias.  O paradoxo de nossa existência humana é que nós continuamente perdemos esta felicidade perfeita, por causa das reações de nossa mente subconsciente.
Qual é a prescrição deles para esse dilema humano universal? Eles disseram: “A quantidade de felicidade na vida é proporcional à autodisciplina”.  Agir com consciência é o significado da autodisciplina, ou “sadhana”. Com esse objetivo, um dos grandes 18 Siddhas, Patanjali, definiu Yoga no verso 2 de seu famoso “Sutras”, como “o processo de limpeza das modificações que emergem do subconsciente”. Os Siddhas desenvolveram várias técnicas, conhecidas como “kriyas”, “ações com consciência”, para facilitar esta limpeza e para nos capacitar a agir com consciência, em vez do hábito. Estas “kriyas” são a fundação das técnicas da Kriya Yoga de Babaji. Aprender estas kriyas nos leva à felicidade permanente. Você quer felicidade permanente?

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